Comunidade dos Povos dos Países Lusófonos - CDPLF denuncia deputado federal Daniel Silveira
- Agencia Luso notícias

- 24 de fev. de 2021
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Fotos Câmara dos Deputados - Brasil) : Presidente da Câmara dos deputados
Artur Lira e José Jucelino - Conselho de Ètica e Decoro Parlamentar
O secretário internacional adjundo da Comunidade dos Povos dos Países Lusófonos, Fernandes Filho, encaminhou denúncia à mesa diretora e ao Conselho de Ética e Decoro da Câmara dos Deputados do Brasil com pedido de cassação do deputado federal Daniel Silveira do PSL do Rio de Janeiro pela prática de racismo.
Na denúncia, Fernandes apresentou o vídeo onde o deputado federal afirma que entrou com ação contra as Lojas Magazine Luiza que fazia concurso para contratação de “negros e pardos” além de chamar àqueles que se submeteriam a possibilidade de contratação de: burros, fracos, dentre outros adjetivos negativos.

A denúncia foi refeita por causa de um primeiro vídeo que chegou ao conhecimento da CDPLF onde era editado e fora do contexto. Porém, uma reanálise do original não retirou os indícios claros de racismo.
Foto: Fernandes Filho - CDPLF
Responsável pelo Bureau de Controlo da Corrupção e Crime Organizado, Fernandes Filho além da denúncia feita ao legislativo brasileiro, encaminhou pedido oficial ao secretário geral da CDPLF Mário Sá Gomes, ativista de direitos humanos, para que a denúncia fosse encaminhada para todos os organismos internacionais que lutam contra o racismo em todo mundo, junto com a sugestão para que se possa trabalhar por um tratado onde pessoas com históricos e processos raciais sejam restringidas de entrar em países, evitando assim a propagação deste tipo de ódio.
Em sua denúncia ao legislativo o secretário internacional da CDPLF afirma que o deputado federal Daniel Silveira inaugurou uma nova forma de interpretar a igualdade constitucional e com isto inverte os valores legais da luta por esta igualdade.
Fernandes Filho finalizou afirmando que muitos deputados tem uma peculiar forma de entendimento e abusam do direito que parlamentares possuem em suas de opiniões, palavras e votos, cometendo crime de abuso de autoridade.
“Crime não é opinião. Incitação ao constrangimento não é opinião. Já não basta muitos parlamentares se esconderem sob o manto da impunidade do foro privilegiado para muitos crimes, agora utilizam de uma prerrogativa dada durante o regime militar para cometerem as mais perversas ações indiretas como o racismo?” Finalizou.
Vídeo original
Conheça a denuncia:












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